• Redação

Polícia ouve familiares e servidores do TCU sobre a morte do ex-prefeito Firmino Filho

O delegado Divanilson Sena, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pelo inquérito da morte do ex-prefeito Firmino Filho, já ouviu sete pessoas entre familiares e servidores do Tribunal de Contas da União.


Entre as pessoas ouvidas no DHPP, a filha Bárbara Carvalho, uma auditora fiscal e o funcionário de serviço gerais que chegou a falar com Firmino Filho antes dele ser encontrado morto.


A imprensa, o auxiliar de serviços gerais contou que conversou com Firmino por volta de 13h30, em frente a uma área externa de uma sala de reunião utilizada por auditores do TCU. Ele conta também que viu o ex-prefeito novamente por volta de 15h10 em um outro espaço, próximo à uma janela e os pés em cima dos sapatos. " Eu falei com ele, e ele me respondeu que estava pegando um vento", disse a auxiliar.


O ex-prefeito foi encontrado morto na última terça-feira (6) em frente ao edifício Manhattan River Center, na zona Leste de Teresina, local onde Firmino trabalhava como auditor, no Tribunal de Contas da União (TCU).


As câmeras internas e externas também vão ajudar na dinâmica da queda. Duas imagens mostram Firmino Filho em um prédio da zona Leste de Teresina. Até agora, a Polícia não encontrou nenhum bilhete ou carta. A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial em 30 dias. O prazo mínimo para a conclusão da perícia é de dez dias.



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