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Polícia investiga desaparecimento de estudante de Direito em Teresina

O Corpo de Bombeiros continuam as buscas pelo estudante de Direito, Lucas Vinícius Monteiro Oliveira, de 24 anos, que desapareceu no rio Poti, na cidade de Teresina, no último dia 24 de abril. A namorada do estudante, Gabriela Vasconcelos, prestou depoimento nesta segunda-feira (2) no DHPP. A família do jovem desaparecido há 09 dias afirmou que quer uma investigação mais detalhada sobre o caso.


As buscas por Lucas Vinícius iniciaram no domingo, 24 de abril, após a namorada relatar que ele teria pulado no rio na cidade de Teresina. Desde então o Corpo de Bombeiros realizou buscas, e está atualmente no trecho do rio localizado no município de Miguel Alves, a 117 km de Teresina.


“Como o nível do rio baixou bastante, realizamos buscas no rio Poti no local onde afirmaram que ele desapareceu em Teresina, pela manhã fizemos buscas na região da ponte Juscelino Kubistshek e também no encontro dos rios, mas não encontramos nada. Agora a tarde vamos nos concentrar em Miguel Alves. Ontem estivemos na região de União e estamos trabalhando de forma ininterrupta. Estamos no 9º dia de buscas e vamos continuar”, afirmou o tenente Juarez, do Corpo de Bombeiros.


“Ela veio prestar esclarecimentos, não há outro fato, nenhum fato novo. O que houve é o que foi amplamente falado e divulgado, então a família sente a perda do rapaz, está bastante afetada com o desparecimento dele, que até o momento não foi encontrado, e estamos acompanhando as buscas que estão sendo feitas, inclusive estamos aqui pedindo que quem tiver informações, que informe a família, para prestar qualquer informação. Não existe qualquer crime cometido aqui. Houve uma fatalidade na noite de sábado para domingo”, afirmou o advogado Wyttalo Veras.


Familiares do Lucas também estiveram no DHPP, e a mãe dele foi ouvida. O advogado Tiago Tardeli, que representa a família, disse que a família contesta apenas alguns pontos relatados pela jovem, mas afirmou que não estão fazendo qualquer tipo de acusação e que a mãe pediu uma investigação, pois só quer que o filho seja encontrado.


“A família contesta a versão inicial, somente em achar alguns pontos que causam estranheza, talvez a forma inicial que foi contada aos meios de comunicação não sei se foi perfeita, mas faltaram alguns detalhes que a família não sabe. Volto a dizer que tudo isso pode ser um afanho de uma mãe desesperada que está sem seu filho, mesmo porque ela não está acusando ninguém, só acompanhando, viemos prestar esclarecimentos apenas para o setor de desaparecidos”, explicou.

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