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Corpo carbonizado não é o do estudante desaparecido, segundo laudo do IML

O Instituto Médico Legal (IML) confirmou que o  corpo encontrado carbonizado no Assentamento Emiliano Batata, próximo ao Rodoanel, na zona Sudeste de Teresina, não é do estudante Lucas Vinícius Monteiro Oliveira, de 24 anos,  que segue desaparecido há quase dois meses.


De acordo com o diretor do IML, o médico legista Antônio Nunes, após realização de exames de DNA do material genético coletado da família de Lucas Vinícius, foi constatado que não há ligação ou vínculo de parentesco.

Os pais do estudante chegaram a cogitar que o corpo seria do filho.


Até o momento, o diretor informou que o corpo segue sem identificação. Antônio Nunes disse que os restos mortais deram entrada no IML no dia 30 de abril e pediu que familiares que possuem parentes desaparecidos compareçam ao Instituto.


“Estamos aguardando possíveis parentes. Nenhum apareceu ainda. Quem tenha parente desaparecido compareça ao IML. A vítima usava uma cueca branca da marca Lacoste”, explica.




Entenda o caso


A namorada de Lucas Vinícius Monteiro Oliveira, Gabriela Vasconcellos, disse que ele foi visto pela última vez na madrugada do dia 24 de abril, ele na Ponte Juscelino Kubitschek, logo após saírem de uma festa no bairro Cabral, na zona Norte de Teresina.


O Corpo de Bombeiros tem realizado buscas pelo estudante, após a namorada afirmar à policia que o jovem parou o carro e pulou da ponte para o rio Poti, em Teresina. Desde então foram realizadas buscas até Miguel Alves, mas o corpo nunca foi localizado.

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