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Celular de diretor da Caixa achado morto em Brasília será periciado


A Polícia Civil do Distrito Federal abriu várias frentes de investigação para elucidar detalhes da morte do diretor de Controles Internos e Integridade da Caixa, Sérgio Ricardo Faustino Batista. O corpo do executivo, que era natural de Teresina (PI), foi encontrado na noite da última terça-feira (20/7), no edifício-sede do banco, na região central de Brasília. Recolhido pela PCDF, o celular da vítima é peça-chave para apontar a motivação do suposto suicídio.





A coluna Na Mira apurou que o aparelho da marca chinesa Huawei foi encaminhado para o Instituto de Criminalística (IC) e será periciado. A extração de dados após a quebra da senha deverá levar cerca de 20 dias. As caixas de diálogos de aplicativos de conversa, como o WhatsApp, podem ajudar a esclarecer os motivos pelo qual Batista teria se jogado do 7º andar.


Investigadores da 5ª Delegacia de Polícia (Área Central) foram à sede do banco a fim de coletar imagens registradas por câmeras de segurança. Os equipamentos flagraram os últimos momentos do diretor, que aparece caminhando por um corredor e, depois, entra numa sala. Dentro do recinto não havia câmeras que pudessem filmar o que ocorreu na sequência.


Depoimentos

Como o corpo do servidor foi encontrado na área externa do prédio por vigilantes que estavam de plantão, os funcionários deverão ser ouvidos em termo de declaração durante o decorrer das investigações. A tragédia chama a atenção porque a diretoria de Sérgio Faustino Batista tem relação direta com o mais recente escândalo que estourou na instituição financeira.


Rodrigo Rangel revelou que funcionárias da Caixa acusaram o então presidente do banco, Pedro Guimarães, de assédio sexual. Guimarães caiu após a publicação das denúncias.


Com informações do Metrópoles

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