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Advogado Rubens Vieira rebate versão de Chico Couto


Após circular pela imprensa e grupos de redes sociais que militantes da campanha do advogado Raimundo Junior, do grupo “OAB que Chega Junto”, teria ameaçado com arma de fogo o marido de uma adversária, a advogada Nara Letícia, Chico Couto, no último domingo (19), o advogado Rubens Vieira se pronunciou sobre o ocorrido através de uma nota na tarde desta sexta-feira (24). De acordo com Rubens Vieira a discussão foi de cunho pessoal, entre amigos, e que as notícias são falsas e caluniosas.


“Nunca imaginei que, por divergências políticas, o Sr Chico Couto criasse uma história fantasiosa para atribuir a mim e a meu sócio a prática de um crime”, disse um trecho da nota.


Rubens explicou ainda que no dia do fato a discussão foi uma briga pessoas que teve início em um grupo de WhatsApp. “ No dia das imagens, o Sr Chico Couto, após discutir em um grupo de WhatsApp, me insultando e instigando, de maneira inexplicável, nos chamou para conversar pessoalmente. Eu, que sempre fui leal a ele quando participei do seu grupo político, fui chamado de vendido e taxado de ‘machão de whatsapp’. Foi o próprio Chico Couto quem enviou a localização do apartamento, foi ele quem insistiu que eu fosse até lá e, por diversas vezes, me convidou para subir”, disse.



Leia nota na íntegra


Matéria caluniosa, envolvendo o meu nome, causou-me estranheza na noite de ontem.

Sou advogado há quase dez anos, conselheiro seccional titular da OAB/PI e defensor das causas nobres da advocacia e da vida.


Esclareço que eu, Rubens Vieira, tinha uma relação antiga com o conselheiro Chico Couto: estive ao seu lado na última campanha de Ordem, participei de seu grupo e cheguei a considerá-lo um amigo.


Nunca imaginei que, por divergências políticas, o Sr Chico Couto criasse uma história fantasiosa para atribuir a mim e a meu sócio a prática de um crime.


Um vídeo com imagens aceleradas, editado e que não apresenta a íntegra de uma conversa, uma matéria feita sem sequer me ouvir. E pior, dizendo que um adesivo de uma VAQUEJADA é, na verdade, um adesivo de um candidato rival ao Sr Chico Couto.


No dia das imagens, o Sr Chico Couto, após discutir em um grupo de WhatsApp, me insultando e instigando, de maneira inexplicável, nos chamou para conversar pessoalmente. Eu, que sempre fui leal a ele quando participei do seu grupo político, fui chamado de vendido e taxado de ‘machão de whatsapp’. Foi o próprio Chico Couto quem enviou a localização do apartamento, foi ele quem insistiu que eu fosse até lá e, por diversas vezes, me convidou para subir. Recusei, pois estava acompanhado da minha namorada, meu primo e afilhado.


Tivemos uma conversa longa e sobre diversos temas. Que ameaça poderia ter ocorrido na presença da minha namorada e do meu próprio afilhado, de 16 anos? Que ameaça poderia ter ocorrido quando os próprios interlocutores passam mais de uma hora rindo e jogando conversa fora? Cheguei a comentar com ele que apoiei a sua esposa, Nara Letícia, como possível candidata à OAB. Que ameaça seria essa?


Embora eu jamais esperasse que um colega fizesse isso, tive sorte que minha namorada gravou a conversa, e ela será enviada a todas as instâncias competentes para as medidas que, tenham certeza, eu estou tomando.


As conversas falam por si. O Sr Chico Couto insiste que eu suba e, diante da negativa, diz que irá descer para “me dar um xero”. A gravação comprova o teor amistoso.


A minha grande dúvida é: se alguma ameaça tivesse ocorrido no dia 18.09, por que só foi divulgada no dia 23.09, com edição de imagens e envio de matéria para apenas um jornalista que sequer me ouviu? É isso que chamam de coragem? Por que o Sr Chico Couto nada disse por quase uma semana?


Infelizmente, vejo, hoje, que tudo que sempre falaram do Sr Chico Couto é verdade: um sujeito sem escrúpulos, disposto a incriminar, de maneira caluniosa, os próprios amigos para alavancar um projeto político e de poder. Estou tranquilo porque sei que esta farsa logo será desmascarada: tenho todas as provas para isso. As medidas judiciais e policiais, aliás, já estão sendo tomadas. Acredito nas apurações, na verdade dos fatos, bem como, ao contrário de alguns, no meu caráter.


Amigas e amigos, o tempo desmascara as aparências, revela a mentira e expõe o caráter.


Rubens Vieira

Conselheiro Seccional OAB PI

OAB-PI 9010

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