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Adesão de Chico Couto desidrata candidatura de Carlos Henrique e pode selar vitória de Celso Barros

A adesão de Nara Letícia e seu esposo, Chico Couto, à candidatura de Carlos Henrique à presidência da OAB-PI foi um tiro que saiu pela culatra. A rejeição de Chico Couto espantou boa parte do grupo de CH, que vem perdendo adeptos na base e grandes apoiadores. É o caso, por exemplo, da professora Daniela Freitas, que foi candidata a Vice-Presidente na chapa de Henrique nas eleições passadas. A advogada e professora, com todo o seu grupo político, após a chegada de Nara e Couto, abandonou Carlos Henrique e aderiu à candidatura de Celso Barros.


O próprio grupo de Nara e Couto também chegou rachado. É que o braço direito do casal, advogada Raylena Alencar, também não acompanhou a junção com Carlos Henrique. Raylena é hoje a maior liderança da advocacia previdenciarista no Piauí, tendo desenvolvido trabalho reconhecido junto à presidência da comissão de direito previdenciário da ordem.

Com isso, Carlos Henrique, que já ocupava a última posição nas pesquisas, vê sua candidatura se tornar inviável. Esperava-se que, por ter disputado outras eleições e ser bem conhecido, ele pudesse obter melhor desempenho, o que não aconteceu. Se já tinha dificuldade de crescer, agora está desidratando. No meio, CH é comparado a Ciro Gomes – uma promessa de terceira via que não se concretiza.


Por outro lado, a manutenção de duas candidaturas de oposição, sendo a outra encabeçada pelo advogado Raimundo Júnior, que tem o desafio de crescer em maior velocidade, favorece profundamente Celso Neto. Celso é aquele maratonista que acompanha pelo rabo do olho os adversários e administra a vantagem. Resta saber quem terá fôlego para vencer a disputa.




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